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“Aqui eu tive a oportunidade de trabalhar com projetos inovadores e desafiadores que me deram musculatura para seguir adiante. O senso de engajamento e de pertencimento da organização é muito forte, assim como o de colaboração.” Esse trecho faz parte de um depoimento concedido por um colaborador que é um dos embaixadores da marca empregadora de uma empresa de TI. O vídeo circula nas redes sociais e nos sites de R&S da companhia como estratégia de employer branding.
A ideia por trás da divulgação é atrair e reter candidatos que gostam de se sentir desafiados em um ambiente colaborativo e altamente exigente. Se o profissional não tem esse perfil, não há match entre suas crenças e a cultura da organização, logo, a vaga não é para ele.
No caso citado, é como se o colaborador, de forma orgânica, se transformasse no garoto-propaganda da organização para a qual trabalha, ou seja, um embaixador da marca empregadora. A experiência das redes sociais tornou o trabalho de reputação da marca empregadora muito mais próximo do público.
Não adianta mais a empresa dizer que tem tal propósito, almeja alcançar tais desafios e possui consciência ecológica. Quem está do outro lado da tela não quer apenas ler descrições em um site de recrutamento, quer saber se, na prática, tudo o que está ali acontece. E quem melhor do que os empregados da companhia para contar essa história?
No atual mercado de trabalho, cada vez mais competitivo, uma marca empregadora positiva é fundamental para as organizações e para a aquisição de talentos engajados. Sem esse elemento, contratar e reter os melhores talentos se torna um desafio e tanto – sem falar no custo.
As empresas, de maneira geral, precisam de funcionários talentosos, digitais, hands on e com habilidades de liderança para impulsionar seus negócios. Não é fácil encontrar profissionais com esse mix de capacidades. Por isso, investir na procura orgânica desse tipo de candidato é uma excelente estratégia.
A reputação de sua empresa pode ir além. Ela pode promover uma experiência emocional, instintiva e intelectual nas pessoas que veem seus anúncios, usam seus produtos e, eventualmente, conversam com outras pessoas sobre a sua organização. Ser lembrado pela emoção e, não só pela razão, conta muito na guerra por talentos.
Portanto, não espere mais. Acione seus embaixadores da marca empregadora. Mas antes, responda a algumas perguntas:
Após responder a esses questionamentos e ter elementos suficientes para montar a sua estratégia de employer branding, tenha em mente que a transparência é ferramenta essencial nesse tipo de comunicação. Desta forma, deixe claros a missão, os valores e o propósito da sua organização. Inclua também na divulgação pacotes de benefícios oferecidos, oportunidades de progresso, happy hours e, claro, a cultura da corporação.
Selecione, por áreas de atuação, pessoas que sentem orgulho em trabalhar na empresa e peça que elas sejam embaixadoras da marca. Dica para encontrá-las: algumas já fazem isso organicamente repostando em sua timeline notícias sobre o trabalho. Mas vale acompanhar de perto as lideranças para buscar mais aspirantes a embaixadores da marca empregadora.
Trata-se de uma excelente oportunidade para trabalhar a reputação de sua marca de forma rápida e automatizada.
Quer saber mais sobre recrutamento e seleção? Então veja como conceder um feedback negativo aos candidatos.
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