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A área de recrutamento e seleção, que já vem se familiarizando com termos como inteligência artificial, chatbots e people analytics, pode se preparar para ver todas essas tecnologias mais presentes este ano.
Tudo indica que R&S e mesmo o RH cada vez mais devam andar de mãos dadas com as áreas de marketing e TI. Confira as tendências de recrutamento e seleção que devem ganhar ainda mais peso em 2019.
Essa é a palavra-chave principal para R&S neste ano. Se você ainda não se sente confortável com o termo – ou se não faz ideia do impacto que IA pode trazer para os resultados da sua área – está mais do que na hora de aprofundar o conhecimento sobre o assunto.
Segundo um estudo global da Korn Ferry, 63% de aproximadamente 800 profissionais de RH entrevistados acreditam que a IA já tenha mudado a forma como o recrutamento é feito hoje, simplificando o processo e automatizando tarefas.
A tendência apontada por especialistas é que, em 2019, conceitos de inteligência artificial, como machine learning (aprendizado que permite que sistemas compreendam dados para identificar padrões e tomar decisões com o mínimo de intervenção humana) e processamento de linguagem natural (transforma dados em linguagem compreensível ao ser humano e vice-versa) ganhem maturidade e sejam de fato integrados ao ciclo de vida do recrutamento.
Em recrutamento? Sim, os assistentes baseados em IA serão cada vez mais usados inclusive em R&S. A ideia é que eles aumentem a eficiência da seleção e também melhorem a experiência dos candidatos. E tem um detalhe: segundo estudo da Allegir, 66% dos candidatos se sentem à vontade interagindo com um chatbot.
A experiência do funcionário é uma preocupação que deve continuar em alta na área de Recursos Humanos. A regra é a mesma, considerando a experiência do candidato.
Isso porque as necessidades de negócios, a capacidade tecnológica e as expectativas dos próprios candidatos e funcionários demonstram que é preciso buscar inspiração no marketing para incrementar e personalizar cada vez mais as experiências oferecidas a esses dois públicos.
Por outro lado, as metodologias empregadas para entender, projetar e medir essas experiências estão ficando mais sofisticadas, mais orientadas a dados e mais abrangentes, incluindo ferramentas de escuta ativa e passiva, como pesquisas, ONA (Análise de Rede Organizacional) e wearables, além da análise de dados não estruturados (como texto, por exemplo), que combinados fornecem sinais sobre o que os profissionais pensam, sentem e como se comportam.
O ano de 2018 foi importante para people analytics, com o aumento da adoção e do interesse pelo assunto. A VAGAS realizou uma pesquisa quantitativa intitulada “Quais são os impactos dos novos caminhos do RH?” e foi apontado que, embora apenas 18% dos RHs do Brasil já estejam construindo um time para atuar em people analytics, a iniciativa está nos planos de 54% deles.
E cada vez mais os resultados para os negócios são claros. Estudo recente da Visier descobriu que as margens de lucro de organizações com capacidade avançada em people analytics são 56% mais altas do que as de seus pares.
Já ouviu falar nisso? A ONA, ou análise de redes organizacionais, em português, é uma técnica de análise que fornece um mapeamento dos relacionamentos internos de uma organização. Ela ajuda a entender, por exemplo, como as equipes se comunicam, os times de alta performance se comportam, como os layouts físicos impactam na comunicação etc. Com essa análise, é possível identificar os principais influenciadores da organização, destacar funcionários em risco de esgotamento, obter insights sobre desempenho e apoiar a inovação, entre outros benefícios.
Não custa dizer que, embora a inteligência artificial esteja revolucionando tanto a forma como trabalhamos quanto o trabalho que fazemos, aquela ideia de que os robôs vão roubar nossos empregos já está ultrapassada. É claro que estamos no meio de uma ruptura e que muitas tarefas rotineiras e repetitivas serão automatizadas. No entanto, pesquisas de institutos como Gartner, World Economic Forum e McKinsey indicam que a inteligência artificial deve criar mais empregos do que os substituir. E tem mais: os empregos gerados pela IA vão permitir que sejamos mais criativos, impactantes e… humanos, inclusive em recrutamento e seleção.
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